26 de agosto de 2013

Old News

Ontem, mudei o teu nome no meu telemóvel, agora chamaste Old News, porque o és. E de repente, algo me fez perceber que talvez, apenas talvez, tu pudesses estar somente a defender-te da possibilidade de eu me tornar indisponível. Por isso, enchi-me de coragem e paciência, desmontei a armadura. "So... I kinda get why you completely freeze me out, I'd probably do the same if I were in your shoes. The thing is, I might not even get the job, I might not even stop studying for the next 2 years. And if you still want me out of your life, that' cool too. But I don't really want to stop talking with you because I still want to (at least) try not loosing you for somebody else." E com umas três mensagens acumuladas, orgulho esticado no chão, ferido, quase ferido de morte, enviei tudo. Ciente da enorme probabilidade de por ti ser ignorada, deitei-me na cama e fiz-me adormecer com os fones nos ouvidos, a tentar enganar o meu cérebro animado e o meu coração destroçado. Recebi uma daquelas respostas que só admito vindas de ti com um pequeno conjunto de letras e que desvia a atenção para outro qualquer assunto. Mas e eu? Eu continuo assim, destroçada, por gostar demais de quem não gosta de mim.

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