A vida faz destas coisas. Ser um ser que se gosta de ver como racional mas que no fundo funciona de acordo com vontades e manias, com regras impostas e que às vezes, se deixa cair em pequenos episódios de anarquia total. Um dias quero-te. Agora não. Mas daqui a nada eu vou-te querer com a intensidade de amantes dos grandes romances da literatura.
A vida é estranha... E tu também! E fazes-me sorrir ou ficar a pensar como raio será possível que existas num mundo tão nada como tu. Outros dias és apenas tu, ninguém que me faça suspirar.
Não me fazes chorar. E nos dias em que não suspiro, inspiro e faço de conta que nada aconteceu.
Não há verbo. Não há nada além da vontade.
É assim que se fecham capítulos. Porque na realidade nunca se diz adeus.
Sem comentários:
Enviar um comentário