14 de fevereiro de 2010

That Type Of Girl

Vives. Conheces. Fazes amigos. Apaixonaste. Magoaste. Choras. Prometes que nunca mais te vais apaixonar.
Vives. Conheces. Fazes novos amigos. Apaixonaste verdadeiramente. Amas. Deixas que te amem. Magoaste. Choras. Choras como se fosse o fim da tua vida. Apercebeste de que pareces uma daquelas miúdas que desesperam quando um amor acaba. Gozas contigo mesma e Vives.
Vives ou deixas que o tempo passe.
Vives e deixas que parte de ti vá evoluindo sem que dês conta. Atinges objectivos. Vives.
Páras. Reflectes.
Estás viva?
Apercebeste de que parte de ti morreu quando te sentiste a morrer internamente.
Hoje.
Hoje és a rapariga que se habitou à rotina de não ter tempo, de não sentir - a invenção que sempre quiseste ser.
E agora, em português.
Eu sou aquele tipo de rapariga. Aquela que ainda não sabe bem para onde vai porque sabe demasiado bem de onde veio. A cada dia, a minha vida melhora. A cada dia, a compreensão do que sou e porque o sou melhora. E orgulho-me de tais mudanças.
O tempo dá-nos o que mais precisamos: o conceito de relatividade.
Resumindo: Mas o quê é que eu estava a pensar? Será que andava cega? Se fosse neste momento, eu brincava com a situação; lidava com a situação como se nada fosse. E OH MEU DEUS, a sério? Choro profundo, perda de um alguém insubstituível, dias sem vontade de sair da cama, escrita eterna sobre sentimentos miseráveis passados??
Por isso, eu sou aquele tipo de rapariga que se cansou, a que é involuntariamente insensível ao que chamam "amor". A que simplesmente não se interessa quase que por motivos biológicos.
I'm broken.
Not like sad.
Broken like I just do not function like I once did.
Broken and Happy as hell! Living the dream. (H)

Sem comentários:

Enviar um comentário