Elmano, de teus mimos anelante,
Elmano em te admirar, meu bem, não erra;
Incomparáveis dons tua alma encerra,
Ornam mil perfeições o teu semblante:
Granjeias sem vontade a cada instante
Claros triunfos na amorosa guerra:
Tesouro que do Céu vieste à Terra,
Não precisas dos olhos de um amante.
Oh!, se eu pudesse, Amor, oh!, se eu pudesse
Cumprir meu gosto! Se em altar sublime
Os incensos de Jove a Lília desse!
Folgara o coração quanto se oprime;
E a Razão, que os excessos aborrece,
Notando a causa, revelara o crime.
Desejo Amante de Bocage.
Adorei este poema.
Ai Bocage Bocage que não nos conhecemos e tanto teriamos a conversar se algum dia um encontro se pudesse dar. :)
oi,nao sei se reparaste mas ja tenho os teus dois blogs adicionados a pagina frontal do meu blog! ja ca tinha vindo, gostei muito dos dois. mil bjinhos
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